sexta-feira, janeiro 27, 2012

Usuários do MegaUpload devem processar o FBI



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O TorrentFreak noticiou hoje que usuários que se sentiram lesados com o fechamento do MegaUploado planejam processar o FBI. A ideia do processo é que pessoas que tinham arquivos pessoais hospedados no site, ou seja, nada que infringisse qualquer lei de direito autoral, entrem com ação contra autoridades dos EUA. 

Quem organiza a ação é o Partido Pirata da Califórnia em conjunto com partidos piratas de várias partes do mundo. Eles estudam brechas na lei que permitam uma ação coletiva contra os responsáveis pela desativação do site que era um dos maiores compartilhadores de arquivos do planeta. 

Se levarmos em conta de que muitos guardam ali arquivos particulares, inclusive para fins de backup, os piratas não devem ter dificuldades em encontrar internautas prejudicados pelo fechamento do MegaUpload. 

"Esta iniciativa é um ponto de partida para ajudar usuários de internet legítimos a se defenderem de abusos legais promovidos por aqueles que desejam trancar materiais culturais de forma agressiva para seu próprio ganho financeiro", alegam os piratas em declaração na página em que convocam internautas para se juntarem à causa.




Fonte: Tecmundo

quinta-feira, janeiro 26, 2012

Memória Monstruosa de Apenas 4KB

Lindsey Turrentine, editora-chefe da CNET (um site de tecnologia dos Estados Unidos), encontrou um objeto peculiar no celeiro de seu avô. Devido ao seu tamanho, a peça de metal pode ser facilmente confundida como uma parte de máquina agrícola ou alguma coisa similar. Mas é uma memória da IBM. 

O mais incrível é que a peça gigante tem capacidade de apenas 4 KB. É muito menor que a de um disquete, que tem memória para 1440 KB, ou 1,44 MB. Lindsey postou a foto do objeto em sua conta no Twitter, e brincou com o fato de que capturou a imagem em um arquivo de 692 KB. Fazendo as contas, seriam necessárias 173 dessas memórias IBM encontradas por Lindsey para conseguir arquivar sua foto postada no microblog. 


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Fonte:Tecmundo

quarta-feira, janeiro 25, 2012

Brasil era 2º país que mais usava Megaupload, diz pesquisa



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O Brasil era o segundo país que mais usava o Megaupload, site de compartilhamento de arquivos que foi fechado pelo FBI na quinta-feira (19). Os dados foram levantados pelo DomainTools, serviço que faz uma espécie de análise dos endereços da internet. 

A França era o país que mais usava o Megaupload, com 10,3% do tráfego de dados, seguido pelo Brasil, com 8,4%. Espanha, México, Estados Unidos e Japão também estão na lista de locais onde o endereço mais era acessado, diz o DomainTools. 

Os dados levantados mostram que o site tinha mais de 2 milhões de visitantes únicos por mês. O domínio foi registrado em Hong Kong. 
O Megaupload foi fechado pelo FBI por suspeita de facilitar uma rede de compartilhamento de conteúdo. Seu fundador, conhecido como Kim Dotcom, e três executivos da companhia foram presos. A acusação alega que o Megaupload.com deu aos detentores de direitos autorais mais que US$ 500 milhões em prejuízo. 

O Megaupload era único não somente pelo volume grande de download que possibilitava, mas pelo apoio que tinha de celebridades conhecidas e músicos, que geralmente são vistos como as vítimas da violação das leis antipirataria. Antes de ser tirado do ar, o site trazia o apoio de nomes como a socialite Kim Kardashian e os músicos Alicia Keys e Kanye West ?as celebridades chegaram a gravar um vídeo de apoio à companhia, mas as imagens foram tiradas do ar pelas gravadoras.


Tirado de:Gamevicio.com
Fonte:G1

sexta-feira, janeiro 20, 2012

O 3D morreu. A nova onda é a ultradefinição

Resoluções cada vez maiores ditam a evolução natural das telas de TV, mas até que ponto isso faz alguma diferença para o consumidor?


Na CES 2011, uma das maiores tendências apresentadas foram os produtos compatíveis com imagens em 3D. Aparelhos de TV, Blu-ray players, notebooks e monitores que pudessem exibir imagens em três dimensões, contando com o auxílio de óculos especiais ou não, estiveram entre os principais destaques e pareciam apontar uma tendência para a indústria de eletrônicos.

Um ano se passou e muitos produtos com essa tecnologia chegaram ao mercado. A queda de preço é constante e, se até pouco tempo era preciso desembolsar pelo menos R$ 10 mil para adquirir uma TV 3D, hoje modelos mais simples e com recursos básicos podem ser encontrados na faixa de R$ 2 mil a R$ 3 mil. Mas e o que o consumidor pensa disso?

Cinema 3D? Não, obrigado!



A febre do 3D teve início nos cinemas. Depois de várias produções demonstrando o poderio do novo formato, o filme “Avatar” fez com que as imagens em 3D se tornassem, de fato, populares, provocando uma verdadeira corrida por parte das outras mídias para se adaptar às novas possibilidades.

Contudo, a despeito do que se previa, a popularização do 3D não teve um caminho tranquilo. As demais produções de cinema não acompanharam a qualidade técnica tridimensional do filme de James Cameron e o que o espectador viu foi, na verdade, uma série de filmes comuns convertidos para 3D, com resultados visuais questionáveis na maioria dos casos.
A banalização do efeito acabou surtindo um efeito contrário: embora cada vez mais barato e acessível, o consumidor parece não ver razão alguma para trocar a sua TV Full HD por uma tela compatível com as imagens tridimensionais.

O 3D está morto?


  

Não, a tecnologia 3D não está morta. Aliás, com preços cada vez mais acessíveis, é bem provável que ela esteja presente nos aparelhos de TV das próximas gerações. As TVs que o consumidor vai comprar nos próximos dois anos certamente terão suporte para o formato.
Porém, as TVs precisam evoluir e, se levarmos em consideração o que foi apresentado na CES 2012, o caminho natural agora parece ser o das imagens em alta resolução e com um nível de detalhamento tão impressionante que nem mesmo o olho humano é capaz de perceber. Vale a pena embarcar nesse caminho sem volta?


Muito além do Full HD


 

O Tecmundo já explicou de maneira detalhada como funciona a tecnologia 4K. Até o final do ano passado, as imagens com resolução de 4096x2160 pixels eram o que havia de mais moderno, e para conferir a qualidade delas era preciso ir até uma sala de cinema que fosse compatível com o formato — no Brasil, apenas São Paulo e Curitiba possuíam uma dessas.
Contudo, ainda em 2011 chegaram ao mercado as câmeras da RED, capazes de capturar imagens em até 5K – resolução de 5120x2700 pixels. Apesar da evolução, o salto impressionante ainda não tem como ser conferido em detalhes nas telas, pois não há no Brasil projetores em cinemas adaptados para esse formato.

A era dos extremos


  

Em se tratando de resolução de imagem para uso doméstico, a CES 2012 já pode ser considerada um marco. A evolução natural do mercado de TVs apregoa que as resoluções de imagens devem ser cada vez melhores, mas com um passo dado de cada vez.
Assim, como hoje o padrão mais difundido é o Full HD, com resolução de 1920x1080 pixels, o que se esperava era que as TVs pudessem evoluir para o 2K (2048x1080 pixels) ou mesmo para o 3K (3072x1620). Porém, a indústria se superou e conseguiu ir muito além.
A LG e a Toshiba desembarcaram na maior feira de eletrônicos do mundo com telas de 4K. O modelo da Toshiba, de 55 polegadas, dispensa o uso de óculos 3D e tem um preço proibitivo, ao menos por enquanto: cerca de US$ 10 mil. A nova TV, de 55 polegadas, terá impressionantes 4K de resolução, ou seja, 3840x2160 pixels. O modelo chega primeiramente à Alemanha e ao Japão, para em seguida desembarcar em solo norte-americano.
Já a tela da LG, de 84 polegadas, foi a que mais impressionou o público e a equipe do Tecmundo. O único ponto contra da definição 4K a ser colocado é, como aconteceu com o 3D, a falta de conteúdo disponível. Ainda não há filmes nesta resolução e, portanto, mesmo que você consiga uma dessas, precisará esperar para usufruir de toda a sua capacidade. O modelo estará disponível nos EUA a partir de julho nos tamanhos 60", 72" e 84".

O futuro começa agora: telas com resolução de 8K


 

Se as telas de 4K já surpreenderam o público, o que dizer das impressionantes telas de 8K? Elas simplesmente duplicam a qualidade das recém-apresentadas telas de 4K e são capazes de exibir uma imagem com até 16 vezes mais qualidade do que a melhor tela Full HD disponível hoje no mercado.

O grande diferencial, entretanto, não está em uma melhor definição de cores ou em um contraste absoluto. O maior triunfo na resolução 8K é o fato de que, mesmo muito próximo da tela, é impossível perceber algum tipo de pixelização na imagem, uma garantia de que você terá fidelidade de cor a partir de qualquer ponto da sua sala.
Porém, o que muda na prática para o espectador? Pouca coisa. Em primeiro lugar, é preciso levar em consideração que praticamente não há conteúdo disponível nem no formato 4K, menos ainda no formato 8K. Além disso, boa parte da programação de TV ainda é exibida em resoluções que no máximo chegam a 720p. Ou seja, não há programação disponível para tanta qualidade de imagem.

Outro ponto que deve ser analisado é a capacidade do espectador de perceber as diferenças de qualidade. A partir de um determinado ponto, o olho humano começa a ter dificuldades em discernir o que é 4K do que é 8K. Dessa forma, convencer o consumidor de que as novas telas trazem, de fato, um diferencial tecnológico considerável passa a ser uma tarefa árdua.
 

Apesar das incertezas quanto aos prazos de chegada das telas Ultra HD ao mercado, é possível afirmar que as resoluções de imagem acima do Full HD são um caminho sem volta, a evolução natural da imagem de uma televisão. Resta saber quanto tempo ela vai demorar para chegar aos olhos dos consumidores.

As telas 3D precisaram de pouco mais de três anos para chegar a patamares considerados acessíveis, ao menos para as classes A e B da população. Será que as TVs Ultra HD conseguirão esse feito em menos tempo?


Fonte: Tecmundo

quinta-feira, janeiro 19, 2012

Megaupload é desativado e funcionários são indiciados por pirataria

Decisão foi tomada no estado da Virgínia e site é acusado de violar leis de direito autoral. 


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Procuradores federais do estado da Virgínia acabam de fechar um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo, o Megaupload, sob a acusação de que a empresa viola as leis de direito autoral. 

Além disso, todos os funcionários da companhia foram indiciados pelos supostos crimes praticados. A ação acusa o Megaupload de deixar de pagar mais de US$ 500 milhões em direitos autorais de filmes e outros conteúdos. 

A ação acontece apenas um dia após uma série de protestos contra o SOPA, projeto de lei que pode colocar em risco a liberdade de expressão na internet. O Megaupload é um dos 15 sites mais populares do mundo. Os representantes do veículo ainda não se manifestaram sobre o assunto. Mais informações sobre o caso em breve. 

Atualização: segundo o The WallStreet Journal, sete funcionários foram presos nos Estados Unidos, quatro na Nova Zelândia e um na Austrália. Além da acusação de infingir as leis de direito autoral, o site também está sendo apontado como uma suposta fonte de lavagem de dinheiro. 

Em nota à Associated Press, um representante da página se limitou a dizer que "a grande maioria do tráfego do Megaupload é legítimo e se a indústria de conteúdo quer tirar vantagem da nossa popularidade, teremos o maior prazer em dialogar".



Retirado de: GameVicio
Fonte: Tecmundo

quarta-feira, janeiro 11, 2012

Landwirtschafts Simulator 2011 Screenshots

O jogo também é conhecido como Farming Simulator 2011, clique sobre a imagem para vê-la em tamanho maior